Parody to John Legend's "P.D.A. (We Just Don't Care)" - now including all verses!
P.D.A. (Because We Care)
Let's go to the park
I wanna kiss you underneath the stars
We will travel far
That’s all I care
That’s all I care
That’s all I care
You know I love it when we’re feeling free
It’s always better when it's publicly
I'm not ashamed, I don't care who sees
Us hugging & kissing to see what they’re missing
We’ll rendezvous and plan a quick escape
I wanna see you anywhere today
The joy emergency, don't make me wait
I’ll follow, you lead me
I urgently need you
Let's go to the park
I wanna kiss you underneath the stars
Nowhere is too far
Because we care
Because we care
Because…
Let's feel love
Let's go somewhere they’re gonna smile at us
Let's get lost in life
That’s all I care
That’s all I care
That’s all I care
I see the sparkle coming to your eyes
There is no chance of feeling otherwise
I hear the music that will be the proof
That we just surrender and move to the groove
And when we finish our repertoire
We’ll take a step outside the dance floor
A longing gaze will say we want some more
So we’ll keep on rocking ‘til we feel like stopping
Let's go to the park
I wanna kiss you underneath the stars
Nowhere is too far
Because we care
Because we care
Because…
Let's feel love
Let's go somewhere they’re gonna smile at us
Let's get lost in life
That’s all I care
That’s all I care
That’s all I care
If we keep up all this dancing about
We'll be the talk of the town
I'll tell the world you make me float on air
I bet everyone will see it’s only fair
Ooh I don't care about propriety
Let's change the rules, amaze society
Maybe our friends will want to join, it’s true
And then they will feel like we do when we do
Oh, let's go to the park
I wanna kiss u underneath the stars
Maybe there’s no “too far”
Because we care
Because we care
Because…
Let's feel love
Let's go somewhere they’re gonna smile at us...
11.1.09
6.1.09
Anjo
Conheci um anjo. Como é de costume dos anjos, ele estava ali perto por mais tempo que eu posso me lembrar, mas só após um movimento do destino conseguimos nos falar. Dividimos momentos de alegria, nostalgia e compreensão, mas, até então, eu não havia percebido que estava na presença de um anjo. Poderia ser apenas mais um ser humano com o qual compartilhei tantas afinidades.
E então, através de pequenas porém intensas revelações, sua natureza angelical se fez visível. Não havia dúvida que ali estava um ser especial, puro, bondoso. Sua energia era cativante e eu não me permiti fugir. Com cada gesto, cada palavra e o olhar penetrante e possuidor dos seres divinos, ele me conquistou.
Ele agora está longe, mas ainda tão presente. Meus pensamentos são inundados por memórias dos poucos minutos que passamos juntos, flutuando em nuvens ou brincando por campos a perder de vista, frutos da nossa imaginação. Estar a seu lado era esquecer os males do mundo e acreditar que o futuro poderia sim ser bem melhor, tão mais positivo. Ter sua admiração e aceitação foi como um banho purificador, o perdão por todas as gafes que havia cometido – era o recomeço.
Os anjos são delicados e os humanos, brutos. Minha natureza humana torna difícil saber a forma correta de me aproximar novamente de tão bela criatura. Pareço estar repleta de sua presença, uma mescla de memórias, saudades e projeções. Porém, ao mesmo tempo, sinto que devo me manter afastada, permitir-lhe um espaço para respirar? Os humanos são afoitos, ansiosos e gulosos. A sede de falar-lhe novamente pesa em minhas costas e paralisa meus pensamentos. Faria qualquer coisa para encurtar essa distância.
E, no entanto, me falam para permanecer quieta, esperando... Como? Por que, afinal? Por que não posso externar o sentimento de falta que me tormenta? Por que não posso deixar tão claro, límpido como a aura de um anjo, que aquilo foi tão especial para mim? Por serem delicados, seriam os anjos também mais fracos? Tamanha declaração de sentimento poderia assustá-los? É a última coisa que quero fazer e, portanto, reprimo o turbilhão em mim.
Que o destino seja generoso novamente e me permita, ao menos, vê-lo uma vez mais, para matar a sede de seu olhar e guardar um último sorriso.
E então, através de pequenas porém intensas revelações, sua natureza angelical se fez visível. Não havia dúvida que ali estava um ser especial, puro, bondoso. Sua energia era cativante e eu não me permiti fugir. Com cada gesto, cada palavra e o olhar penetrante e possuidor dos seres divinos, ele me conquistou.
Ele agora está longe, mas ainda tão presente. Meus pensamentos são inundados por memórias dos poucos minutos que passamos juntos, flutuando em nuvens ou brincando por campos a perder de vista, frutos da nossa imaginação. Estar a seu lado era esquecer os males do mundo e acreditar que o futuro poderia sim ser bem melhor, tão mais positivo. Ter sua admiração e aceitação foi como um banho purificador, o perdão por todas as gafes que havia cometido – era o recomeço.
Os anjos são delicados e os humanos, brutos. Minha natureza humana torna difícil saber a forma correta de me aproximar novamente de tão bela criatura. Pareço estar repleta de sua presença, uma mescla de memórias, saudades e projeções. Porém, ao mesmo tempo, sinto que devo me manter afastada, permitir-lhe um espaço para respirar? Os humanos são afoitos, ansiosos e gulosos. A sede de falar-lhe novamente pesa em minhas costas e paralisa meus pensamentos. Faria qualquer coisa para encurtar essa distância.
E, no entanto, me falam para permanecer quieta, esperando... Como? Por que, afinal? Por que não posso externar o sentimento de falta que me tormenta? Por que não posso deixar tão claro, límpido como a aura de um anjo, que aquilo foi tão especial para mim? Por serem delicados, seriam os anjos também mais fracos? Tamanha declaração de sentimento poderia assustá-los? É a última coisa que quero fazer e, portanto, reprimo o turbilhão em mim.
Que o destino seja generoso novamente e me permita, ao menos, vê-lo uma vez mais, para matar a sede de seu olhar e guardar um último sorriso.
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